Sou nascida, criada e vivida no Rio de Janeiro. Carioquíssima, portanto. E mesmo participando ativamente dos bloquinhos de carnaval, eu cheguei ao alto dos meus 31 anos sem nunca ter pisado no Sambódromo para ver o desfile de lá.

Não que eu não goste de samba – gosto, e tive minha época de frequentar quase toda semana os ensaios da quadra da Mangueira, Salgueiro e Vila Isabel (que por sinal sempre foi a escola do coração, porque eu cresci no bairro e bastava chegar janeiro para a bateria ir ensaiar toda quinta em plena avenida 28 de Setembro, para desespero da minha mãe que queria dormir e para minha alegria, que mesmo pequenininha adorava ficar vendo tudo aquilo lá de cima da varanda!).

Mas, sei lá, nunca tinha ido. E nem sei explicar o porquê.

Parte, talvez, porque por anos meu salário de estudante/estagiária não me permitia pagar o ingresso que eu gostaria. Parte, também, porque as vezes em que o dinheiro entrou, eu usava ele para viajar e sair do Rio. Parte, ainda, porque eu achava que Sambódromo era show para gringos. Mas acho que o maior motivo mesmo era o de que “em casa de ferreiro, o espeto é de pau”: ou seja, só porque eu era do Rio e tinha, portanto, todas as chances do mundo para ir ao Sambódromo quando eu quisesse, já que era “ali do lado”, eu ia deixando para depois, depois, depois.

(Em tempo: o mais perto que eu tinha ido, até então, era em vários shows de rock da Praça da Apoteose. Mas aí não vale, acho!).

Ou seja, a primeira vez que eu fui mesmo, foi em 2013 – e, assim como eu imaginava que seria, eu ia de guia de um gringo que conhecia o carnaval do Rio pela primeira vez (e que hoje atende pelo título de “marido”).

O enredo da história: antes de ir

O convite surgiu de repente: veio por WhatsAPP de uma amiga querida na sexta de Carnaval, para assistir no mesmo dia o primeiro dia do desfile das Escolas de Acesso.

E veio em muito boa hora também: eu tinha um gatinho de estimação que era um verdadeiro xodó, e ele tinha morrido na noite anterior, depois de 3 semanas internado e em tratamento contra um tumor. Eu estava emocionalmente (e financeiramente também, diga-se de passagem) arrasada. Não tinha a menor vibe para festa.

Fui por insistência do namorado, inglês, que achava que eu tinha que sair de casa para curar a deprê – e nada como uma noite no Sambódromo para ajudar a levantar o astral.

Sapucaí 1

Fui. E pois é, ele tava certo. Tanto que voltamos, de novo, na segunda-feira, de arquibancada.

E era alguns detalhes dessa experiência que eu queria dividir com vocês.

Bora lá!

Chegando no Sambódromo: Metrô é sua melhor opção

E eu vou explicar isso do jeito que aprendi: na base do erro e acerto.

Em tese, você tem três formas de ir: de carro, de táxi, de ônibus e de metrô.

  • De carro é complicado demais, primeiro porque não tem estacionamento perto (e os que tem, muitas vezes, não inspiram muita segurança, ou estão lotados) e especialmente porque todos os anos a prefeitura faz uma alteração das vias ao redor do Sambódromo desviando o trânsito, então é bem capaz de você só conseguir chegar dirigindo até uma certa parte – e se for sortudo a ponto de achar uma vaga, vai ter que ir andando um pedação até chegar na Avenida. O mesmo vale para a volta.
  • De táxi é mais ou menos a mesma coisa, tirando a parte do estacionamento. Eu peguei um táxi na primeira vez que fui, jurando que tava sendo “ixxxxperta” e que ele ia me deixar na porta da Avenida, ou bem pertinho. Neca: a prefeitura tinha fechado todos os acessos (e está fechando cada vez mais distante do Sambódromo a cada ano) e a gente teve que andar bastante, quase do Rio Comprido até lá (e por umas áreas meio esquisitinhas). Quando já tinha andado um pouco mais da metade, dei de cara com a estação da Praça Onze de Metrô, de onde saía o pessoal fresquinho do ar condicionado do metrô, direto para o desfile. Ali que aprendi que o táxi não tinha sido o melhor negócio, e que eu deveria ir de metrô da próxima vez (o que fiz no segundo dia).
  • Ônibus é uma opção incerta: eles podem ir seguindo pela Presidente Vargas e te deixar por lá a uma distância próxima para você ir andando, mas pelo menos do último ano em que eu fui (e que ouvi os comentários de quem estava lá), a prefeitura também estava desviando o trânsito para mais longe, então você acabava tendo que saltar bem mais afastado – e o ruim é que esses desvios acabam fazendo a gente perder mais tempo com engarrafamento também.
  • Metrô: Vai por mim. A estação mais próxima do Sambódromo é a da Praça Onze, mas rola uma pequena caminhada da estação até o Sambódromo (que, na boa, é feita tranquilamente, porque você a faz junto comum monte de gente fantasiada que está indo desfilar também. É até uma experiência divertida ir no vagão com gente vestida das diferentes alas da escola!).

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E quando é carnaval, o metrô geralmente funciona 24 horas todos os dias do carnaval e a estação vai estar aberta esse tempo todo, não importa a hora em que acabe o desfile. Por experiência própria, digo que é mais negócio mesmo que você more longe (eu morava na Barra, então eu pegava o carro até alguma estação do metrô em que estivesse um estacionamento seguro, deixava o carro ali, e de lá seguia para o Sambódromo. Para a volta, retornava pelo mesmo caminho). Isso ainda compensa mais do que ir de táxi – chega um ponto em que os táxis não podem mais seguir e o ponto em que eles deixam a gente é mais longe do que o que a gente teria que andar se tivesse pego o metrô. Acredite: fiz isso mais de uma vez.

Qual seção do Sambódromo comprar?

Só para ilustrar e explicar melhor, esse aqui é o mapinha das seções do Sambódromo.

sambódromo
Crédito da foto: site da Liesa

Tem aí duas boas opções (Uma que eu aprendi na prática, e outra que foi sugestão dessa mesma amiga):

Opção 1: O setor 2, próximo ao primeiro recuo da bateria. É legal porque você vê o desfile assim que está começando, com a bateria se aquecendo e o pessoal se preparando para entrar naquela empolgação. Por outro lado, você não vê muito bem quando toda a escola está na avenida.

Opção 2: Uma boa são os bilhetes do setor 6 e 7 do sambódromo. São consideravelmente mais caros, mas tem a melhor visão da avenida (o que, no fim das contas, acaba sendo um bom custo benefício se você considerar o quanto pagou pelo ingresso x o tempo em que vai ficar assistindo a todo o desfile).

Eu fiquei no setor 6, na primeira vez, e tinha uma visão privilegiada dos dois lados da Avenida. Gostei e recomendo!

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Olhando a avenida de um lado (pelo setor 6)…
...e pelo outro!
…e pelo outro!

Não tenho muito dinheiro. A Arquibancada popular vale a pena?

Então….

(Você sabe que quando a gente responde uma pergunta com “então” é porque não quer dizer “sim” nem “não”, nem nada, né? 🙂 )

Eu já tinha ido na sexta assistir os Grupos de Acesso do camarote, no setor 6. E tinha gostado tanto de assistir que resolvi ir uma segunda vez, só que agora para assistir o desfile do Grupo Especial. Só que como eu decidi de última hora, só tinha visto ingressos na mão de cambista e não estava financeiramente preparada para pagar meus dois rins por um ingresso, resolvi ir na Arquibancada popular e pronto – que são os setores 12 e 13 do mapinha ali em cima).
E foi lá que eu descobri porque os ingressos são bem mais baratos aí: essas arquibancadas ficam depois da linha de chegada e visibilidade não é nada boa – a gente quase não vê o desfile em si, só a escola se dispersando.

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Essa foto foi tirada da arquibancada popular, depois da linha de chegada dos carros alegóricos (e com o máximo de zoom que eu consegui). Viu como não é a mesma coisa da foto anterior, tirada no setor 6?

Foi divertido mesmo assim? Foi. Deu para curtir? Deu. Tem muuuuuuita gente? Ô, tem demais – do tipo que, se você tirar o pê do chão corre o risco de não achar espaço para pôr de novo. E em dia de Grupo Especial, é aquilo: achou um lugar, senta logo senão já era.

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Agora, se valeu a pena? Eu achei que valeu: eu assisti o justo ao que eu estava disposta a pagar no dia (que era pouco), já estava satisfeita porque já tinha conhecido o Desfile no Sambódromo no setor 6, um dia antes. Já tinha dado um satisfeito “check” na minha lista de coisas a conhecer na vida e estava por demais satisfeita.

BABADOS: Como sempre tem um caso de uma escola cujo carro quebra ou dá algum ziriguidum complicado no final, a única coisa que a gente via direito das arquibancadas 12 e 13 era o pessoal correndo para resgatar ou consertar esse carro (no ano em que eu fui, essa borboleta brasileira aí da foto de cima – era o desfile da Mangueira – não passava de jeito nenhum pela plataforma de concreto). Então eu acho que nessa arquibancada a emoção é maior só nessas horas, em que a gente fica vendo e sofrendo junto enquanto a escola não resolve o problema.

Mas aí eu aprendi também a segunda dica: se você for na arquibancada popular, tente pegar o setor 13, do outro lado da Praça da Apoteose. É porque quando os grupos começam a dispersar, os carros alegóricos vão para a frente da plataforma 12 e os participantes da escola, para o lado da plataforma 13. E como está todo mundo animado, você vê dali o povo todo de fantasia ainda pulando, brincando. Dá a sensação de que a festa ainda não acabou! 🙂

Bom, pelo menos eu achei mais divertido do que ficar vendo carro alegórico ser desmontado (tinha uns que dava pena…). 🙁

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Se eu tiver decidido ir de última hora, posso comprar com cambista?

Dá sim. No meu trecho de caminhada da estação da Praça Onze até a entrada do Metrô você acha vários cambistas – mas como só estava disposta a comprar a da Arquibancada Popular, eu só prestei atenção nos que vendiam esses ingressos (paguei 30 reais pelo ingresso, na época). Não sei dizer se eles vendem para frisa (mas do jeito que cambista é, deve vender de um tudo!).

É perigoso?

Acho que, como toda grande aglomeração de gente num lugar só, deve acontecer incidentes aqui e ali. Mas achei tudo muito tranquilo – um ambiente cheio de famílias, inclusive – tanto nas arquibancadas quanto nos deslocamentos indo e voltando para o Sambódromo.

Dito isto, acho que se você seguir aqueles conselhos de bom senso básicos de não ficar de bobeira com câmeras fotográficas caras e carteiras por aí, acho que dá tudo certo! 🙂

Ver o desfile do sambódromo vale a pena?

Ah, vale. Vale muito!

O desfile das escolas de samba, ao vivo e a cores, é um encanto. E um encanto que te pega devagar e de jeito – nem precisa gostar ou entender de samba para isso.

“Ah, deve ser entediante! Tipo, a primeira escola é bonita, a segunda também… mas depois da terceira é tudo a mesma coisa!”, ouvi uma vez. E, como nunca tinha ido antes, cheguei até a pensar que podia ser verdade, e que o carnaval no sambódromo podia ser chato mesmo.

Eu não poderia pensar mais diferente, hoje… 🙂

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A verdade é que você nem precisa ter uma escola de samba do coração (mas se tiver, melhor!). O encanto te envolve aos poucos. A gente assiste a primeira escola, vê suas alas, faz comparações entre uma fantasia e outra…

E aí, vem a outra escola – e a gente começa a comparar, na nossa cabeça, qual era a melhor escola em quê.

E aí vem a quarta, a quinta, a sexta… E quando a gente menos espera, a gente já foi contagiado com a energia de várias escolas diferentes, de passistas que sambavam, dançaram, brincaram. A gente começa torcendo para uma, mas acaba torcendo para todo mundo!

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E eu nem estou me descrevendo: descrevo, mesmo, a sensação do inglês gringo que ia comigo, e que sem nem saber uma palavra em português na época, lamenta dizendo “que queria saber melhor cantar e reconhecer as letras das músicas, para poder entender a história que cada escola está contando. Fica mais fácil para torcer assim, né?”

Acho que ele se arrependeu do que disse depois que eu, empolgadíssima, baixei todas as músicas para tocar no resto na semana. Mas enfim…

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Eu sei que no final, mesmo conhecendo quase nada das escolas de samba do Grupo de Acesso (eu estava envolvida com o meu gatinho doente), eu acabei a noite altamente nervosa por causa de duas escolas que tiveram problemas na Avenida. Torcendo de verdade por elas.

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Carnaval no Sambódromo: vale a pena sim. Pelo menos uma vez na vida, vá. 🙂

*****

Esse ano não deu, mas a meta do ano que vem é ver se consigo levar meus pais para lá (provavelmente numa frisa, que é mais confortável que a arquibancada). Convencer, já convenci. Porque carnaval não tem limite de idade, né?

Comments

14 COMENTÁRIOS

    • Oi, Marcos!
      Hum, foi bom você apontar isso, porque eu confesso que foi algo que eu praticamente não usei.

      Na primeira vez que eu fui, foi num Camarote -e o próprio camarote tinha comida, de modo que eu confesso que não percebi como era a alimentação por lá. Mas quando eu fui na arquibancada Popular eu lembro de ter visto muita gente vendendo cerveja, água e refrigerante naquelas caixas de isopor. Mas para comer mesmo, eu não tinha visto nada – só os churrasquinhos do lado de fora.
      Desculpe, como eu realmente não consumi nada lá, não reparei muito sobre isso.

  1. Há praças de alimentaçao, geralmente Bobs e mister pizza, com algumas opcoes, nao todas que vc encontra fora, tem picole nestle tambem, os precos sao meio salgados, mas nada absurdo. Vc pode levar seu lanche. Eu fico em frisa e levo bolsa termica com bebida, fruta e sanduíche. Eles dizem que é permitido um item de lanche por pessoa e 500 ml de bebidas, mas nunca me revistaram. Geralmente levo uns 2 litros de agua de coco.

    • Oi Erika, muito obrigada por ter complementado! 🙂 Eu confesso que não vi nesta parte, e é uma pergunta bem genuína! E que bom que ao menos deixam levar lanche também!!! 🙂

    • Regina, eu recomendaria ir de metrô e saltar na Praça Onze, que é do ladinho do Sambódromo. Eu fui duas vezes no Sambódromo, uma de táxi e outra de metrô e a segunda vez foi INFINITAMENTE mais fácil. Boa parte das ruas de acesso ao Sambódromo ficam fechadas, de modo que o taxista deixou a gente onde ele podia, que era bem longe e esquisito para ficar andando. Mas isso foi na ida – na volta voltamos de metrô (que funciona 24h no carnaval e foi muito tranquilo – era até divertido ver as pessoas fantasiadas no metrô).
      Na segunda vez eu nem titubeei: ida e volta de metrô e foi tranquilíssimo. Eu não recomendaria táxi mesmo.

  2. Adoreiiiiiiiiiiiii as dicas!!!!!! Obrigada!!!! me empolguei mais para ir esse ano. Agora me tira uma dúvida. comprar na hora vale a pena? moro fora do Rio e o único lugar que sentir confiança para comprar ingresso foi no site da Liga… entretanto, os ingressos são vendidos por telefone e pagamento via deposito. :/

    • Oi, Stephany!
      Vai sim, você vai adorar! Eu me mudei e não moro mais no Rio, então desde essa vez que eu fui que fico sofrendo de dor de cotovelo assistindo pela televisão. (sério, sou dessas).
      Então, eu recomendaria comprar pelo site da Liesa mesmo. Eu comprei por cambista – e tipo, foi tranquilo porque eu comprei a popular e porque eu já tinha ido antes, já tinha “tido a super experi~encia” então o que conseguisse de novo era lucro. Mas para ir de verdade com uma posição legal seria comprar no site da Liesa mesmo. E sim, o pagamento é um saaaaaaaaaaaaaco!

      O Diego, mum amigão meu que também escreve num blog e foi assistir exatamente o mesmo desfile no mesmo dia que eu (só que em outro lugar, e nos desencontramos) escreveu esse post no Nós no Mundo explicando a experiência dele com a compra, e ele fala que é chatinha mesmo mas é a melhor: http://www.nosnomundo.com.br/2014/02/mini-guia-do-desfile-das-escolas-de-samba-do-grupo-especial-do-rj/

      Fora isso, você pode comprar por agências, mas algumas jogam uma taxa tão chata em cima… 🙁

  3. Já fui no sambódromo de SP mas nunca no do Rio !! Conheço pessoas que já foram e todos dizem que a sensação é única, que vale realmente muito a pena, é o melhor carnaval do Brasil. Já estou planejando uma ida nesse ano, adorei as dicas !!

    • Oi, Eliane, obrigada por passar aqui, que bom que gostou do post! Sim, eu sempre menosprezei (sou carioca e sempre achei que era coisa de turista, sabe?, mas é fantástico. Acho que é uma experiência para a vida, mesmo! Espero que goste! 🙂

  4. Oi Clarissa.
    Não tenho palavras pra te agradecer. Sou do Paraná e estou indo semana que vem pro Rio para assistir ao desfile. Vou seguir suas dicas quanto ao metrô. Eu, assim como você, me sentindo exxxxxxperto, já até tinha reservado os valores a serem gastos com o taxi, achando que seria a melhor opção. Ficarei na Nossa Senhora de Copacabana, imagina o valor das corridas até o sambódromo. Suas dicas foram muito úteis. Agradeço imensamente. Grande abraço!

    • Oi, Jefferson!!
      Imagina, espero que aproveite bastante! E sim, vá de metrô, é beeem mais fácil! Olhe que sou do Rio, tipo carioca da gema mesmo, e posso dizer com experiência de causa que tem coisas que táxi não vale a pena lá não, e essa é uma!
      Espero que aproveite! Estou morrendo de saudades do carnaval no Sambódromo! 🙂

  5. Oi Clarissa. Excelente post! Sou do Rio e assim coo vc, no auge dos meus 33 anos, nunca tinha ido ao sambódromo. Acho que agora que a minha PORTELA ganhou, chegou a hora, rs. Vou seguir suas dicas quanto ao metrô. Não consegui comprar o setor 6, comprei no setor 10, mas creio que deve ser bom também. As dicas foram muito úteis 😉
    Grande abraço.

    • Aline, eu fui no setor 12, mais no fundo ainda, na segunda vez, e gostei bastante. Acho que o espetáculo é tão grandioso que a gente se encanta de qualquer lugar, tenho certeza que você vai amar!

      Sim, vá de metrô. Foi a maior furada da vida ter ido de táxi para mim 🙁 – e no metrô era ainda engraçado ver o povo todo fantasiado viajando com você!
      Sim, a vitória da Portela foi super marcante, não foi??? 🙂 Eu sou Vila Isabel e tenho um amor enorme pela escola, e fui no ano seguinte à vitória deles (queria ter ido quando eles ganharam!!!). É uma emoção enorme ver a escola do coração!

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