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Amantes de tênis – o esporte, não o calçado” – e de competições em geral, anotem na agenda: visitar o Rio Open. Porque taí um programa bacaníssimo de se fazer no Rio de Janeiro entre os dias 15 e 23 de fevereiro.

Eu mesma fiquei sabendo por um acaso: fui convidada pela TAM Viagens, junto com a blogueira Eliane do ótimo 1001 Roteirinhos para conhecer o evento no dia de abertura, no dia 15 (e nem de longe desconfiava do quão bacana era o porte do evento, já que não tinha visto muita coisa sendo divulgada nos jornais.

“Você está convidada para uma “clínica de tênis” neste sábado. Era o que dizia o convite.

E eu, cá comigo, achei o nome apropriado. Afinal, nada melhor do que uma clínica para alguém que tinha o desempenho no esporte algo próximo do sofrível.

Ou seja, minha expectativa era fazer algumas aulas, bater uma bolinha com um paredão ou um professor ou coisa parecida. Tipo, coisa básica.

E aí bastou chegar no local e a primeira coisa que eu via era o Nadal, assim enorme, me recepcionando. Não tava preparada para isso! 🙂

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Eu e Eliane, do 1001 roteirinhos, recebendo uma bola enorme do Nadal para a gente!

Um Rafael Nadal enorme: essa, aliás, é a prévia que qualquer visitante do evento pode esperar. O Rio Open de Tênis (ou Rio 500, outro nome),  é o único torneio da América do Sul a reunir simultaneamente uma etapa do ATP World Tour 500 e do WTA International. E por ser em realizado em uma época relativamente favorável do calendário internacional de competições de tênis, pode contar com a participação de muitos nomes – entre eles, o do número 1 (e gatíssimo, by the way) Rafael Nadal, do outro espanhol David Ferrer e os brazucas Marcelo MeloThomaz Bellucci.

E porque é um programão? Não só pela chance bacana de assistir de perto aos feras do tênis, mas pelo espaço que foi montado, em si, cheio de stands, atividades para as crianças e para os entusiastas do esporte. E bem no Jockey Club: localização privilegiadíssima no Rio de Janeiro! 🙂 Rio_Open_9

No primeiro fim de semana, dos dias 15 e 16 de fevereiro, aconteciam na quadra principal os jogos das classificatórias para as chaves, e que foi totalmente aberto ao público. O clima era bacana: o Jockey estava bem vazio, e quase que exclusivo para entusiastas do esporte, já que não vi tanta divulgação na cidade. Então, era possível passear pelas quadras de treinamento (onde praticantes de tênis podiam bater uma bolinha com atletas profissionais brasileiros que estão no ranking mundial).

Foi lá que tivemos nossa “clínica de tênis”, uma aula bem básica para quem está no nível iniciante (a.k.a. “prego”, como nós). Para quem não pega numa raquete há anos (eu ensaiei aprender tênis, sem sucesso, há uns 8 anos atrás), até que o resultado foi melhor do que a gente esperava: conseguimos bater bolas em duplas com uma rede menor – e se não arrasamos na quadra, pelo menos a gente se divertiu bastante!

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Odiagnóstico de nossa “clinica de tênis”: em recuperação! 😛 Crédito da Foto: 1001 roteirinhos

Mas essa experiência é bem mais interessante para quem pratica o esporte com regularidade, pois pode utilizar uma das muitas quadras de saibro destinados ao torneio (disseram, inclusive, que o Nadal tinha treinado nelas há algumas horas antes!).

Embora, eu acho, o bacana mesmo era ir assistir os jogos nas quadras principais (todas com arquibancadas no tal “padrão Fifa”):

De novo, de graça – pelo menos nesse fim de semana!

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Nós assistimos um de duplas: Haider-Maurer e Oswald (Austria) disputando com Daniel Gimeno-Traver e Albert Montanés (Espanha). Gravamos até um vídeo curto da velocidade das jogadas: confere aí embaixo!

Mas além das quadras principais, há uma área de convivência assim que se chega ao evento, com stands das empresas oferecendo diversas atividades relacionadas ao tênis – e particularmente, achei um programa bem interessante especialmente para quem tem filhos pequenos ou adolescentes que gostem do esporte, ou que você tenha planos de apresentá-los ao mundo das raquetes e das bolinhas amarelas.

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O que eu achei mais bacana era um stand em que você podia “sacar” duas vezes contra uma parede, e um aparelho mediria a velocidade da sua bola (a ideia era que a pessoa que tivesse o recorde de velocidade do saque naquele dia ganharia uma raquete da Head).

E apenas para fins de comparação, uma bola sacada pelo Rafael Nadal tinha uma velocidade de mais de 240 km/h. :O

Eu fui tentar para ver “qual é” – nem parei para querer comparar o meu saque ao do Nadal porque, sabe como é, não tem para quê chutar cachorro morto (o cachorro seria eu, no caso!). Mas pela brincadeira, bem divertida – e super bacana para as crianças!

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Meu ensaio horroroso antes de mandar a bola para a rede (e infelizmente, se bater na rede nesse caso, não é gol).

Para quem quiser ir: a partir desta semana é preciso ter ingressos para os jogos, pois já acontecem as competições entre as chaves (aliás, toda a programação e as chaves podem ser encontradas neste links). Os preços dos ingressos vão a partir de R$ 20,00 até R$ 350 (todos os preços aqui).

Para quem vem de fora, a TAM Viagens, que é uma das patrocinadoras oficiais do evento, tem pacotes exclusivos que incluem voo, hospedagem, traslado e ingresso. Todos os preços dos pacotes podem ser encontrados aqui.

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E quem tiver interesse de acompanhar a competição, pode seguir as novidades do Torneio no:

Twitter (@RioOpenOficial)

Facebook (Rio Open)

Instagram (instragram.com/rioopenoficial)

Youtube

Eu devo aparecer de novo lá mais para o fim desta semana, para uma das semifinais. Quem sabe a gente não se vê? 😉

Essa jornalista e blogueira visitou o Rio Open de Tênis a convite da TAM Linhas Aéreas.

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