Esqueça a dieta ao ler este post. E mais ainda ao viajar pela Itália. Afinal, porque lá, até um macarrão com um simples molho de tomate é algo do outro mundo. Humm…

Desnecessário divagar aqui sobre todo o potencial gastronônico do país da bota, uma vez que a própria cozinha italiana já faz sua propaganda pessoal ao redor do todo mundo, desde a pizza de forno da barraca na esquina até as elaborações deliciosas de tiramisus, panna cottas, barolos, pestos e demais nomes que, só de falar, já dão água na boca.

Por isso, acrescentar passeios gastronômicos à sua viagem pela Itália é algo obrigatório – não só pelo puro prazer sensorial de agradar ao mesmo tempo paladar, visão e olfato com uma combinação rica de sabores (embora, convenhamos, só isso já é motivo suficiente) mas também porque cada tipo de prato ou de alimento tem muito a dizer sobre aquela região.

E, vale dizer, italianos entendem como ninguém a arte da harmonização: então, aproveite suas andanças por lá para descobrir porque o pesto genovês tem uma intensidade que se encaixa perfeitamente com o verde arrebatador do mar da Ligúria; que os tons dourados dos campos da Toscana são ainda mais valorizados com a força do paladar único que tem um queijo trufado, e que a pappa al pomodoro une uma simplicidade e um sabor quase artísticos que a torna a entrada perfeita de um jantar em Florença, com a  discrição e personalidade necessária para por si só dar a tônica das maravilhas que a cidade guarda, dentro e fora das mesas.

 E foi com essa idéia que fizemos um tour gastronômico (e calórico, obviamente) pelos restaurantes, pratos e iguarias típicas das regiões da Liguria e Toscana – mais precisamente, das Cinque Terre, Florença e San Gimignano.

E qual o critério destas dicas? Porque, antes de viajar, ficou a cargo de Ticiana Pinho, nossa companheira de garfos e malas – cujo currículo a descreve como uma pernambucana atual moradora de São Paulo e portanto, gabaritada “connoisseur” de cardápios que vão de tapioca de queijo coalho e bolo de rolo até os pratos mais cheios de firulas e fricotes das esquinas do Itaim Bibi – coletar com amigos, gastrônomos e simpatizantes os “must-eat tips” de cada um, em cada uma das cidades destas regiões por onde passaríamos. Com direito a nomes dos pratos, endereços e acompanhamentos.

E de caderninho na mão e Itália na cabeça, fomos atrás, conferir as dicas alheias e acrescentar a elas o nosso próprio aval. Não de gastrônomas, mas de viajantes curiosas com enorme apetite pelos pratos e coisas da vida.

E o que ficou foi essa lista aí, anotadíssima e mastigadíssima – e, vale dizer, para todas as faixas de bolsos, paladares e calorias. Aproveitem!

 

Dicas em Cinque Terre (Liguria)

Lagostins ao azeite e ervas aromáticas servido no restaurante Dau Cila, em Rio Maggiore, Cinque Terre. Desnecessário dizer que estava uma delícia!

Visitamos as Cinque Terre (Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso) no alto verão italiano, em julho de 2012, e com direito a todo o calor senegalês que o acompanha – muito bem atenuado, vale dizer, pela brisa mediterrânea e aquele mar indeciso entre um verde turquesa e um azul irresistível.

Por isso, coincidentemente, as boas pedidas da cidade batem com o que o clima sugere: então, aposte nos frutos do mar, vinhos brancos e, sempre, no pesto genovês.

Este último, vale dizer, deve ser provado em todas as suas formas e sabores: no macarrão, nas brusquetas, nos antepastos, acompanhando peixes… Ou simplesmente, comprando os potinhos à venda nas simpáticas lojinhas escondidas em cada esquina das Cinqueterre.

Mas, nesse caso, recomendo fazer uma pesquisinha básica antes. Havia diferença de alguns euros de uma loja em uma cidade para a outra, bem como a diferença entre o peso líquido dos produtos. Então, é bom dar olhada e comparar o melhor custo benefício de cada um. E, no caso das Cinque Terre, passear para lá e para cá com aquela vista nem é lá um grande problema… 🙂

Só que, em termos de restaurante, nossa dica vai, com toda a sinceridade (e discreta água na boca só de lembrar) ao restaurante Dau Cila, que fica em Riomaggiore, numa varandinha deliciosa à beira do mar (mais precisamente, na Via San Giacomo, 65).

Ela é de propriedade de uma brasileira e tem um staff bem atencioso (tenho que admitir que isso é uma coisa meio rara em se falando de Itália). Fomos por indicação de uma amiga e, vale dizer, nos fez quebrar a tradição de não repetir restaurantes.

Um dos argumentos para isso? O talharim ao molho pesto servido pela casa.

Talharim ao molho pesto, outra obra de arte do restaurante Dau Cila.

 Aliás, lá, vale a pena seguir a risca algumas destas indicações – então anote aí e confie. Você vai nos agradecer depois! 🙂

  • Experimente a entrada com os lagostins da casa. Pequenos, mimosos e umedecidos no azeite, são um atentado à moderação na mesa. Para comer rezando.
  • A casa também tem oferece uma lagosta acompanhada de macarrão. E o prato é daqueles que você não sabe se come ou se fica parado admirando.
  • O talharim ao molho pesto, como a foto ali em cima mostra, é imperdível. Inegável. Inesquecível.
  • Para beber, peça o vinho branco Litan, na foto abaixo. É produzido por um italiano que trabalha no restaurante, numa daquelas propriedades familiares simples e lindas nas encostas de Cinque Terre. E foi, indiscutivelmente, o melhor vinho branco que tomamos em todo o país (e acredite: conhecemos vários candidatos ao título).
Melhor vinho que experimentamos em toda a Itália. E fica mais gostoso ainda se servido geladíssimo, na varanda do restaurante, assistindo ao por-do-sol em Riomaggiore.

  Não perca: é de lá o melhor tiramisú que já experimentamos na vida(repito: na vida). E é sem truques: simples, delicioso e inebriante na medida certa. Com a curiosidade de que a receita é italiana mas é feito por uma brasileira.

 

 

 Dicas na Toscana (Florença e San Gimignano)

 

 Lemoncello:

Este licor de limão, feito de maneira artesanal pelas famílias italianas, é servido e vendido em todo o país, mas foi na Toscana (mais exatamente em Florença) que aprendemos uma curiosidade sobre ele e como ele deve ser tomado (para saber qual é, clique aqui!) 🙂

Há também o seu primo, o Orancino, licor feito com laranja. Ambos fortes, alcóolicos e deliciosos. Não deixe de pedir um, bem gelado, após as refeições. Serve como digestivo e um bom catalisador para embalar as conversas entre amigos. Mas como é alcóolico, é aquilo: se dirigir, não beba. E se beber, me chame! 🙂

 

Sorvetes:

Ok, tem um em cada esquina da Itália, e no calor italiano a pedida é mesmo provar um os vários sabores disponíveis – e se for mais de uma vez ao dia, melhor ainda. Porém, apesar das sorveterias baterem ponto em todas as esquinas italianas, corre à boca pequena que o melhor sorvete do mundo é o Dondoli, que está na Toscana, escondidinho na praça em San Gimignano, denunciado apenas pela fila sempre presente de sorvetólatras (foto abaixo).

Durante a espera para ser atendido, vale a pena dar uma olhada nas paredes: fotos das diversas competições de sorvetes, bem como com celebridades que degustaram as criações, são expostas como prova do crime (entre elas, o ex-primeiro ministro britânico Tony Blair e o famoso diretor de filmes Franco Zeffirelli. Nada mal.)

Nós concordamos que o sabor vale a pena, e muito. Mas pedimos a licença de discordar e entregar o prêmio “Dondeando por aí…” de melhor sorvete para a Conogelato, uma sorveteria bem menos famosa, mas encantadora, que fica na via Faenza, em Florença. (Via Faenza, 50-52/r).

É preciso dizer: muito do charme é mérito do dono, um senhor italiano encantador e apaixonado pelo que faz. Experimente puxar dois dedos de prosa com ele: é o suficiente para fazê-lo falar de todo o processo de produção do sorvete, do cuidado e do carinho com que o mesmo é feito, de como cada sabor é cuidadosamente pensado…

Segundo ele – e também segundo a tal loja do melhor sorvete do mundo, lá em San Gimignano, o segredo do sorvete perfeito está no equilíbrio: ou seja, buscar os melhores ingredientes, leites e frutas frescas, e saber equilibrá-los valorizando especificamente cada sabor.

Por exemplo, um sorvete de limão é naturalmente menos doce do que um de chocolate. Tentar padronizar a quantidade de açúcar em ambos os sabores significa “matar” a refrescância do primeiro, sem sustentar o paladar elaborado do segundo.  

E com base nesse dedo de prosa, acompanhado de várias provas de sorvete para corroborar as teorias e seduzir as papilas gustativas, chegamos à algumas dicas (dadas pelos próprios produtores):

  • Na hora de escolher a sorveteria, fuja daquelas em que o sorvete fica exposto na rua ou muito próximo à porta. Provavelmente ali ele está exposto às temperaturas da rua, ao sol e ao calor e, mesmo refrigerado, perde muito do seu sabor e textura. Opte pelos mais protegidos.
  • Vale pedir uma provinha (uma, não dez!). E uma boa pedida também é os sabores: sorvetes naturalmente mais doces vão bem com sabores mais refrescantes;
  • Os sabores são uma loucura, mas alguns merecem uma pouco da sua atenção: Bacio de Firenze (chocolate com amêndoas), Amarena, Tiramisú... No Conogelato, experimento o sorvete de pera, de figo (ambos deliciosos, mesmo para quem não é fã da fruta) e o de mojito (isso mesmo!).

Massas trufadas:

Toscana é o lugar ideal para começar uma “caça às trufas” – aqueles famosos cogumelos italianos que crescem escondidos sob a terra, só  encontrados por cães e porcos treinados especificamente para “caçá-las”! Só que, no seu caso, procure-as nos queijos, azeites e massas toscanos. Uma dica imperdível (e já tradicional nos guias) de um restaurante para não perder é o Antica Trattoria “da Tito”, que fica na Via S. Gallo, 112/r. Uma das mais célebres da cidade (e com direito a visitantes ilustres, devidamente expostos num quadrinho por lá, também tem parte da sua fama centrada no dono, o tal “Tito”. Se ele estiver por lá, vale pedir para que ele levá-lo até a adega de vinhos, no subterrâneo do restaurante.

O restaurante é meio barulhento (ou os seus clientes, posso dizer), mas não chega a ser um problema – talvez porque, na Itália, o tão famoso gesticular transcende gestos e decibéis, mas ainda assim a experiência é deliciosa. Nossa pedida: aposte num jantar por lá, e renda-se à “Pappa al Pomodoro” (uma espécie de sopa de pão e tomate, absolutamente deliciosa) como entrada. Prato principal? Fique à vontade para pedir uma bela massa trufada, qualquer que ela seja – dificilmente você vai se arrepender.

Panforte e Biscoito Italiano de Amêndoas:

Essa dica eu anotei neste post do blog da Juli, o fofo Mochila da Juli. Ali, segundo ela, a dica era experimentar o Panforte, embebido em vinho. Provamos (existem algumas variações dos sabores do Panforte, entre elas uma versão de chocolate. Essa eu achei até gostosa, mas acho que não combina com o ritual de se mergulhar no vinho), então fica a dica de experimentar com o panforte tradicional, como ela informou.

Outra versão que aprendemos lá foi mergulhar o Panforte numa espécie de conhaque local (forte toda a vida e cujo resultado final não achei que fosse lá grandes coisas).

Mas gostoso, gostoso mesmo são estes biscoitinhos de amêndoas, típicos de lá e absolutamente deliciosos. Acho que, neste caso, vale tudo: mergulhar no vinho, no conhaque, no café, comer puro…  Faça a festa.

 

Compras no mercado:

Fazendo as comparações entre Florença, San Gimignano, Veneza e as Cinque Terre, de forma geral os preços florentinos nos mercados estavam bem mais interessantes. Especialmente no mercado de Florença, que de todos foi o lugar com as melhores variedades de massas coloridas, temperos, azeites, queijos – de tudo um pouco, seja para levar para comer na viagem ou para casa.

Dica: ali, procure os preços dos azeites trufados e dos molhos pestos. Foi onde achei os melhores preços, ótimo para levar um pouco de gostinho de Itália pra casa.

Macarrões são uma fartura só. Tem, inclusive, alguns com um formato, hã, digamos, “desinibido”.

Na Toscana, tem macarrão de todos os sabores e.. bem… pudores.

 

 

Salgados e pedidas mais em conta ($$)

 

Mas aí digamos que você está com orçamento restrito, e vai substituir a refeição por um lanche. Bom, porque na Itália qualquer pão com tomate assume ares de bruschetta e são, geralmente, uma boa pedida.

Mas especial, mesmo é encontrar uma bruschetteria, e ter à disposição todos os sabores a apenas alguns euros em troca.

Essa foto é do Te la do Io la merenda, bruschetteria fofíssima que fica na rua principal da cidade de Riomaggiore, Cinqueterre.  Excelente lugar para fazer ali o lanche da tarde ou o café da manhã – e não sou só eu que estou dizendo; aqui tem as avaliações da Tripadvisor sobre lá.

E outra dica de baixo orçamento mas nem por isso menos gostosa, é entrar nos mercadinhos fofos escondidos nas ruas (e que, novamente, são imbatíveis nas Cinqueterre) e fazer algumas compras: limões sicilianos, aliches, pães, diferentes tipos de queijo, presunto de parma e muito, muito molho pesto.

 Honestamente, o que eu mais gostei dessa idéia nem foi o preço baixo não. Mas sim porque, especialmente em Cinqueterre, a vista é uma harmonização à parte: e nem sempre os restaurantes posicionados perto da vista chegam perto no quesito “delícia”. E alguns até chegavam – mas haja paciência de esperar por uma mesa.

 Nessas horas, um lanche despretensioso na murada é uma alternativa inesperada e interessante: especialmente se você estiver em Corniglia e a vista para o mar for mais ou menos assim.

 

Doces

 

Para quem não é fã de doces, acho que o post acaba aqui. Mas se você for, atenção: cuidado com as padarias italianas. Elas engordam só de olhar a vitrine.

Por que? Porque são o reino encantado dos pães, roscas, doces, folhados… Desnecessário desfiar a longa lista de delícias em cada uma. Aqui, a dica é: esqueça a dieta do lado de fora, e não deixe de visitar uma padaria, sem receio de dar vazão à gulodice. Porque as endorfinas são diretamente proporcionais às calorias – mas sabe como é: todo prazer quando é genuíno, não engorda.

Quer dizer… não deveria.

Ah, mas outra dica: não dispense (ou melhor, guarde espaço) para a sobremesa nos restaurantes (a da foto de baixo é da sobremesa de Latiscatelli, nos arredores de Rapolano, Toscana). São tiramisus, panna cottas, zabaiones. Só que feitos com diversas interpretações diferentes interessantes e deliciosas: com frutas, licores, biscoitos, caldas, combinadas a bel prazer dos chefs italianos. Que, diga-se de passagem, entendem  como ninguém do que é bom.

Então, aproveite, deixe a dieta pra lá e carpe diem. Ou, melhor ainda, adocica, meu amor, adocica…

 

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Dicas Gerais

Passagens aéreas: A maioria das companhias aéreas voam para Milão, e de lá a gente toma um trem para as cidadezinhas da Toscana ou direto para Cinque Terre. Compramos a nossa pela Zupper, mas a Skyscanner  também oferece boas opções.

Como se locomover: fomos de trem por todas as cidades, pela Trenitalia – embora, na Toscana, o aluguel de um carro é algo que merece ser feito sim, em especial saindo da Toscana (e neste link aqui você pode pesquisar preços e modelos de aluguel, e fazer a reserva diretamente. Geralmente a RentalCars tem bons preços e faz um monte de ofertas para quem fecha direto pela internet). Quem tem dicas excelentes de tours com base na Toscana é o blog fofíssimo Giro pela Toscana. Já quem dá as dicas de como andar nas cinco das CinqueTerre é o comandante Riq Freire, neste post. Ambos os blogs foram referência para montar o nosso roteiro.

Mais restaurantes e alguns hotéis: Quem também dá as dicas como ninguém é a Roberta, do Giro pela Toscana, neste post, em que cada restaurante é avaliado por um número de girassóis. Mão na roda!

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 Este post foi escrito em parceria com a Skyscanner, mas todas as opiniões aqui descritas são genuínas e baseadas nas experiências e opiniões desta blogueira e jornalista, que visitou a Itália em junho e julho de 2012.

Comments

7 COMENTÁRIOS

  1. Adorei este post! Também tomei os melhores gelati italianos em Firenze e San Gimignano. Anotei as dicas, adoro molho pesto e tiramisu e os cannoli de Nutella me deixaram morrendo de vontade. Ô lugarzinho bom pra comer esta Itália 😀

  2. Hummm esse post está mesmo uma delícia!
    O pesto e o tiramisu então, quero já!
    Mas esse lanchinho na mureta é o que esperamos de uma viagem, né?!
    Bjos

  3. Vou escrever um clichê, mas verdadeiro: esse post dá água na boca!… 😉
    Com-se muito bem na Itália, especialmente na Toscana. Foi ali que ganhei 5 quilos que teimam em continuar comigo…
    Esses biscoitinhos de amêndoas são muito bons para mergulhar no vinho mesmo, se chamam cantuccini e tem aqui no Rio, em alguns supermercados, vale a pena! Bjs!

    http://www.vicenzi.it/it-IT/vicenzi/specialities/I_Classici/Cantuccini/62d82319c00e1560bef80973651304a4a5e6f168/aaf7ea772fbad54130950f9ee4807527e90289a3

  4. Oi Cla, tudo bem? Quando fui à Itália, em 2003, tive o prazer de degustar essas maravilhas, por isso não resisti e dei uma espiadinha na matéria, mas o assunto agora é outro. Quero ir viajar com meu pequeno grande bebê no feriado de 15 de novembro e preciso de dicas. No dia das crianças fomos para Angra, para o vila Galé, foi ótimo!!! Agora quero uma opção parecida, mas em outra parte do Rio. Alguma sugestão? Beijão, saudades,Fabi

    • Oi, Fabi! Imagino que o Leo esteja enorme! Olha, de fato, hotéis com estrutura para bebêzinhos assim é algo que eu, por motivos óbvios, não tenho muito know-how! 🙂 O que eu te sugeriria, que adorei e que fica aqui no Rio, é o Portobello Resort, que fica em Mangaratiba. Mas como vc já foi a Angra, talvez queira algo diferente.

      Mas nesse link aqui é de um blog fofo chamado Viajando com Pimpolhos, que é só focado em viagem com criança pequena, e é ótimo! Ela dá dicas da estrutura, do que gostou, da idade das crianças… E aqui nesta categoria estão os conteúdos referentes ao Rio de Janeiro (tem Itaipava e Rio das Pedras lá). Veja se te interessa! 🙂 http://viajandocompimpolhos.wordpress.com/tag/rio-de-janeiro/

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