Se você está planejando sua viagem a Machu Picchu e – como a maioria das pessoas, tipo eu! – não está se aguentando de vontade de conhecer a cidade, é recomendado que você não faça um bate e volta de Cusco – entenda-se, saindo e chegando no mesmo dia.

Tipo, se dá para fazer isso? Dá. Mas é uma viagem cansativa (a gente explica o porquê aqui) e, na prática, você vai aproveitar só algumas horinhas de passeio em Machu Picchu.

Nesse caso, aposte na segunda opção: pernoitar uma noite em Águas Calientes, cidadezinha base para se conhecer Machu Picchu.

Há quem diga que Águas Calientes não tem nada demais e que não vale a pena perder tempo lá. Eu discordo – e explico aqui porque vale a pena passar uma noite pela vila. 🙂

#1: Você tem mais Machu Picchu para você

Afinal, é esse o motivo principal porque alguém vai a Águas Calientes, né? 🙂

Então, vamos explicar: a logística dos trens que chegam à Águas Calientes não é lá muito variada. O acesso só é feito por trem ou a pé (para quem topa a Trilha Inca), e para chegar cedo em Machu Picchu é preciso madrugar: o primeiro trem sai às 6:40 da manhã para quem sai de Cusco, e umas 5 da matina para quem sai de Ollantaytambo. Para voltar, é a mesma coisa: os trens começam a voltar em torno das 15 horas e o último trem sai às 21 horas.

Então, seja qual for a opção escolhida, o bate-e-volta cansa bastante. E você ainda conhece Machu Picchu em duas situações: perde o nascer ou o pôr-do-sol (momentos disparadamente mais bonitos) e ainda chega e sai junto com a muvuca de turistas que teve a mesma ideia de fazer o bate-e-volta com você (MP costuma receber 1.500 a 2.500 pessoas ao dia, e chegam a 4.000 nas datas festivas. Uma cabeçada só!). 🙁

Por isso, ficar em Águas é um boa alternativa para conhecer Machu Picchu com toda a calma do coração – que, aliás, merece.

Você pode fazer de duas formas (eu fiz as duas, em duas viagens diferentes):

Opção 1) Pega o trem de manhã saindo do seu destino – seja ele Cusco, Urubamba ou Ollantaytambo – e chega em Águas Calientes no máximo ao meio dia. Dali, corre para aproveitar Machu Picchu, que à essa altura do dia estará cheia de turistas, mas que vai esvaziando com o cair da tarde (uma dica é ficar até o último horário, antes dos portões fecharem, e assistir o pôr do sol de lá!). Acabado o dia, você retorna à Águas Calientes de coração e alma lavada, chega no seu hotel, descansa e dorme para voltar com calma no dia seguinte – e ainda dar um tempinho de percorrer a cidade!

Opção 2) Você pega o trem com calma na parte da tarde, depois de ter feito o seu passeio por Cusco ou pelo Valle Sagrado – essa é o caso, por exemplo, de quem opta por fazer o tour do Valle Sagrado dos Incas e ficar na estação de Ollantaytambo na parte da tarde, pegando o trem de lá para Machu Picchu (explicamos como fazer isso neste post aqui). Aí, você chega em Águas Calientes no fim da tarde, a tempo de ir para se hotel, descansar, dormir, e acordar cedo no dia seguinte para pegar Machu Picchu no primeiro horário – e aí ter o dia inteiro para curtir a cidade, só voltando à noite para Ollanta ou Cusco.

 Cá para nós: só isso já faz valer a pena procurar hospedagem por lá! 🙂

#2: Você come muito bem

E eu quero dizer MUITO BEM MEEEEESSSMO!!!!

Sério: tantas exclamações degustativas rolaram neste post por causa do restaurante do SUMAQ Hotel, um hotel 5 estrelas na cidade que possui um restaurante DI-VI-NO e aberto ao público. Nós nos hospedamos lá (veja o review do hotel aqui) mas foi meu estômago que me fez sair de lá fazendo juras de amor.

A experiência é literalmente deliciosa: o chef da casa é um rapaz jovem, professor da escola de gastronomia de Lima e trabalha exclusivamente para o Sumaq. No prato, várias referências que juntam ingredientes típicos peruanos de excelente qualidade (batatas coloridas e deliciosas, vários tipos de “cancha”, o milho deles, ervas deliciosas peixes frescos, cordeiro… ai ai ai!) em receitas bem inventivas, de dar gosto aos olhos, à boca, ao tato…

O ceviche, o pisco saur, as batatas chips, a manteiga de huacatay, hummm… Peça tudo, vai! 🙂

Por isso, fica a dica do coração: mesmo que você não se hospede por lá (o que, aliás, vale muito a pena), não deixe de ir jantar ou almoçar no restaurante do hotel. Os pratos tem preços bem razoáveis (eu diria até baratos, em comparação com os preços de uma mesma refeição num restaurante mais chique de São Paulo ou Rio).

Onde fica: Av. Hermanos Ayar Mz. 1 Lote 3, Águas Calientes (ao lado do rio Urubamba)

[box] Outras opções de restaurantes em Águas Calientes:

Índio Feliz: Não comi lá, confesso, mas é super bem cotado entre os visitantes e entre os reviews de Águas Calientes (a dica veio, inclusive, de um amigo que adorou a comida lá).  A comida é francesa (????) e bem boa.

Café Inkaterra: É o café do hotel de mesmo nome e bem cotado, especialmente por causa do ambiente, charmosíssimo e ao lado do rio,  bem atrás da estação de trem. Também não fui, mas tenho uma amiga que morre de amores por lá. É especializado em comida peruana, e ouvi muitas exclamações elogiosas sobre o lomo saltado deles. Vou conferir na próxima.

Pizzarias: tem várias espalhadas pela cidade, especialmente próximo à estação, já que é a típica comida de viajantes – fácil, universal, reconhecível. Não são particularmente brilhantes, mas quebram o galho já que os preços são bem justos. Costuma ser a opção preferida dos mochileiros.

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#3: Você passeia de dia…

“Ah, mas Águas Calientes não tem nada para ver!!!”, você dirá.

Bem, a cidade é pequenininha, é verdade. Mas fica aí, talvez, meu conselho: exatamente por ser um povoado pequeno e bastante remoto – o acesso é só por trem – é exatamente nas pequenas ruas de Águas Calientes – e de outras tantas cidadezinhas menores do Peru – que a gente consegue chegar perto desse povo tão cheio de cor.

Por isso, acho que vale a pena circular pela cidade. Águas Calientes tem um perfil no meio do caminho. Tem jeito de casa de parente distante que arruma a sala para receber visita: do tipo que deixa o melhor sofá, colchonete, lençol e toalha meio arrumado ali na sala para os turistas poderem usar, mas que continua com jeito de casa, com pouca formalidade e muitas boas vindas.

Vale a pena dar uma andada por lá – coisa que você faz rapidinho, porque a cidade é bem pequena. Águas Calientes tem um monte de pequenos bares e restaurantes despojados, daqueles montados especialmente para os turistas – e exatamente pelo público, tem aquele gostinho de parada de viagem.

“Ah, parece uma favelinha”, ouvi uma vez.

Aliás, ouço esses comentários com frequência: gente falando isso do Egito, das casinhas das encostas de Cinqueterre, na Itália, de Valparaíso, daqui…

Geralmente, não tenho o que responder – penso que tanto em viagens como na vida, a cor que a gente vê depende de para onde a gente quer olhar.

E o que eu conseguia ver era uma vilinha rústica e colorida encravada numa natureza linda, onde o ruído forte do rio que corta Águas Calientes e os paredões de pedra ao redor me davam uma refrescante sensação de natureza. 🙂

Então, a verdade é o seguinte: Águas Calientes não vale a pena você esticar muitos dias só para ver o povoado – mas para uma noite a mais, que é o que Machu Picchu pede, Águas Calientes é um pouso confortável.

IMPORTANTE: em Águas Calientes rola um mercadinho de souvenirs, grande e ultra tentador. Fica a dica: NÃO compre.

Isso porque nenhum desses souvernirs ou badulaques são produzidos em Águas Calientes – eles são feitos em vários lugares do Peru (e, claro, muitos vem da China) e só chegam ali por trem. Esse transporte, e a localização (aos pés da principal atração turística do país) faz com que todos os preços ali sejam consideravelmente mais caros – mais caros mesmo.

Quer a dica boa? Dê um rolê no mercadinho para “ver as modas”, mas deixe para comprar mesmo no Mercado Artesanal de Cusco – esse sim, com preços bem mais em conta e muito mais variedade de escolha! 🙂

 

#4: …e  curte a noite

Rá, essa eu confesso que não sabia!

Mas descobri por um dos colegas que viajou conosco e que foi conferir o que é que a peruana tem nas noites de Águas Calientes. E a descoberta é que alguns dos barzinhos da cidade minúscula ficam abertos e (dependendo da temporada) relativamente animados, mérito dos turistas de tantas partes do mundo confraternizando por ali.

Veja bem, não é um destino de festa – pelo contrário, a farra acaba cedo. Mas para quem gosta de dar uma conferida da noite antes de dormir, fica a dica de que rola um telecoteco animado em barzinhos por lá, próximos ao centrinho.

Mas aviso logo essa dica que eu estou dando é terceirizada: quem me deu foram outras pessoas, porque eu fui lindamente dormir na minha cama ao som do rio e embalada nas vibes de Machu Picchu. Mas é aquela coisa: sabe esses cantos mais inusitados que a gente menos espera alguma coisa – não são esses que costumam surpreender? 🙂

Então! Vai que, né? 🙂

 

#5: Você conhece as “águas calientes de verdade”

 O nome já dá a dica: em Águas Calientes há algumas termas à disposição dos visitantes – e muita gente vai lá conferir, especialmente porque mergulhar os pés em águas quentes parece uma boa opção, especialmente depois de tanta subida em Machu Picchu.

Eu confesso que fui duas vezes a Machu Picchu e não fui nas termas em nenhuma delas – mas por preguiça falta de oportunidade. 😛 É que na primeira vez tava bem frio e, mesmo sabendo que as termas são quentes, me dava preguiça só de pensar que uma hora eu teria que sair da água quentinha e tiritar de frio até me secar.

A segunda, bem… estávamos à trabalho, já que era uma viagem à convite, e como eu estava com o tempo meio escasso não queria ir correndo até as termas entre um compromisso em outro.

O que é uma pena: queria conhecer, já que ouço opiniões tão diferentes sobre lá.

Mas vamos lá: as termas ficam a 10 minutos de subida da rua Pachacutec seguindo a trilha do trem (mas basta perguntar a qualquer local da rua que eles te apontam a direção) e é paga – são 10 soles por pessoa, e toalhas podem ser alugadas no local.

Não é a melhor das termas da região, pelo que tenho ouvido falar – considerando que o Peru tem várias fontes termais espalhadas no país – mas fica especialmente cheia e não lá muito limpa ao final da manhã.

Por isso, a dica de ouro: caso você esteja mesmo disposto a conhecê-las, vá cedo, de preferência no primeiro horário (as termas abrem às 5 da manhã). Além de ver o dia nascendo em Águas Calientes de um ponto privilegiado (debaixo de águas quentinhas! 🙂 )é também quando a água está mais limpa e o ambiente, mais agradável.

Mas isso é só as termas de Águas Calientes, tá? Porque uma das melhores termas que tem no Peru fica mais afastado dali, numa cidadezinha chamada Santa Teresa, que costuma ser caminho de quem faz a trilha Inca. Lá estão os Baños Termais de Cocalmayo e – essas sim! – eu ouço todos os elogios possíveis. 🙂

Mas veja bem: é legal deixar claro que as termas de lá não são motivo suficiente para fazer você ficar mais tempo na cidade só por causa delas… mas já que você foi a Águas Calientes por outros motivos mesmo (a.k.a. Machu Picchu) e e vai ficar um tempo por lá mesmo entre um trem e outro, não custa nada, né? 🙂

Esta jornalista e blogueira visitou Águas Calientes duas vezes: uma por conta própria e outra a convite do Hotel Sumaq e da TAM Linhas Aéreas.

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Mais informações para ajudar na sua viagem!

Hotéis em Águas Calientes: 5 estrelas | 4 estrelas | 3 estrelas | Albergues

 

E mais:

Como chegar em Águas Calientes

Viajando de trem com a Inca Rail

8 motivos para visitar o Peru (e voltar amando!)

10 curiosidades sobre Machu Picchu para você amar a cidade antes de chegar lá.

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Comments

14 COMENTÁRIOS

  1. Prezadíssima, a pergunta

    9 a 12 JULHO em LIMA
    12 de JULHO – vou a CUZCO
    13 à TARDE (Ollanta) vou para AGUAS CALIENTES e PASSO A NOITE
    14 MACHU PICCHU e volto à noite pra CUZCO

    O problema é que eu vou reservar HOTEL em CUZCO de 12 a 17
    e vou passar a noite em AGUAS CALIENTES no dia 14. Estou pagando DUAS diárias para um dia
    Tem como fazer diferente?

    Dia 17 vou DE CUZCO a LIMA e vou passar a noite lá pra voltar para SÃO PAULO no dia 18.
    Preciso RESERVAR essa UMA NOITE (17 A 18)

    Agradeço muito qualquer dica.

    Aurélio

    • Aurélio, quando eu fui, eu avisei o hotel de Cusco que eu ficaria (fiquei 5 dias em Cusco também) que faria o pernoite em outro lugar em Águas Calientes e eles não me cobraram essa diária no dia (acabou que eu precisei mudar de quarto na época e tal, mas não foi grandes estresses). Eu deixei a minha mala (maior) com eles em Cusco, no Guarda móveis deles e voltei no dia seguinte. Foi tranquilo e acho que eles estão acostumados com isso, mande um email perguntando se é possível!

      Já entre o dia 17 a 18, que você vai precisar pernoitar em Lima, eu acho que vale a pena reservar um hotel nessa noite (dia 17) em Lima sim. Muitas vezes os voos Cusco-Lima e Lima-Sâo Paulo não dão para serem reorganizados num mesmo dia…

      Espero que ajude!

  2. Oi Clarissa! Estou AMANDO todas essas dicas!

    Estou querendo ir de SP – Cusco pela LATAM. Com as dicas que peguei aqui, montei um roteirinho:
    Dia 1: viajar
    Dia 2: passeio por Cusco
    Dia 3: passeio por Cusco
    Dia 4: MANHÃ ->Vale Sagrado – descer em Ollantaytambo – Pernoite em Ollanta*
    Dia 5: MANHÃ -> Passeio em Ollantaytambo – TARDE -> trem para Águas Calientes
    Dia 6: Machu Picchu – Pernoite em Águas Calientes*
    Dia 7: Retorno de Águas Calientes à Ollanta, de Ollanta à Cusco
    Dia 8: Passeio em algum lugar
    Dia 9: Retorno

    O que você acha?
    Beijão!

  3. Olá! Vou agora em Maio para Cusco e estou pensando aqui nas possíveis montagens de roteiro e gostaria da sua opinião!
    Opção 1 – fazer o que a maioria faz: fazer o tour pelo Vale Sagrado (dia 8), abandonar o Tour em Ollantaytambo e ir para Aguas Calientes no trem de 19h!Pernoitar em Águas Calientes, chegar cedo no parque (dia 9 às 6h da manhã) e voltar para Cusco no trem de 17:23.
    Desvantagens: Não conheço Chinchero (incluido no tour na volta para Cusco)
    Custo do trem: $215

    Opção 2: Como tenho tempo, faria o tour no vale sagrado em um dia( dia 07), conheceria Chinchero, e no dia seguinte (dia 8) saio no trem de Cusco às 8:25 direto para Aguas Calientes. Chego lá 12:00, passo a tarde e durmo cedo. Dia seguinte (dia 09) volto direto para Cusco no mesmo trem de 17:23
    Desvantagem: Não sei se vai ser desvantagem, e essa é a dúvida, chegar em Aguas Calientes e não ter o que fazer, tipo perder este tempo que poderia ser melhor aproveitado (sou a doida em otimizar aproveitamento de tempo em viagens!) :D. Outra é usar mais um dia da viagem que poderia ser aproveitado em outro passeio ( ex:as salinas de Maras) só por causa de Chinchero.
    Custo do trem: $177 (comprar ida e volta sempre sai mais barato!)

    Estou bem na dúvida… me dê sua opinião, por favor!

    • Oi, Marjore, tudo bem?
      Então, eu fiz exatamente as duas opções, porque eu fui para lá duas vezes. E, também como você, sou a louca dos aproveitamentos de tempo! 🙂
      Mas olha: sendo muito sincera, me incomodou muito mais perder toda a manhã dentro de um trem direto de Cusco às Águas Calientes, sentada numa cadeira. O fato de gastar a tarde em Águas Calientes nem é um problema (eu fiquei lá dois dias na segunda vez) porque fiquei experimentando restaurantes, vendo as lojinhas ou simplesmente curtindo a vibe maravilhosa. Pelo menos eu estava fazendo alguma coisa, sabe?? Ficar sentada uma manhã inteira num trem me incomodou muito mais.
      Eu visitei Chinchero na primeira vez que eu fui. Eu gostei da experiência. E lamento não poder ter ido lá de novo na segunda vez, porque fomos direto de Ollantaytambo, mas se você me perguntar se eu preferia ficar 5 horas, quase, num trem… acho que não! Mas isso sou eu.
      Mas olha: uma alternativa (você tem que ver se o seu tour permite) é abandonar o tour em Ollanta, seguir para Águas, pernoitar lá e fazer o passeio em MP no dia seguinte, pegar o trem de volta a Ollanta e voltar em um dos tours. Você acaba fazendo tudo.
      Vê se rola!

      • Olá Clarissa!
        Você acha que é tranquilo levar as malas no passeio até Ollantaytambo. Quero pegar o trem a partir de lá, mas não encontrei informação se é possível levar as malas no ônibus das empresas que fazem o passeio.

        Obrigado!

        • Oi, Rafael! Você diz deixar as malas no ônibus durante o tour e ir de mala e cuia para Águas Calientes??
          Acho que depende do tamanho da mala. Eu vi algumas pessoas fazendo o passeio e levando um mochilão no bagageiro dos ônibus. Mas o que eu fiz – e o que a maioria das pessoas fazem – é deixar as malas no hotel em que você se hospedou em Cusco, ir com uma mochila pequena para pernoitar em Águas Calientes e depois pegar a mala de volta quando retornar a Cusco.
          Isso porque dependendo da época os passeios são bem cheios, eu vi que havia a questão de espaço mesmo!

  4. Oi Clarissa! Tudo bem?
    Sem querer, achei seu blog! Que bom, tô saindo dia 11/10 para o Peru e vou aproveitar suas dicas. Duplicando a pergunta, tenho reserva em direta em hotel em Cusco de 13 a 19 mas ví em alguns comentários que é interessante ficar 1 noite em Aguas Calientes. Caso fique 1 noite em Aguas Calientes, o que tem além da visita a Cusco? O que acha, devo mudar minhas reservas?
    Obrigado!
    Beto

    • Oi, Beto, você quer dizer “além da visita a Machu Picchu”? Bem, a Visita a Machu Picchu é o grande plus, mas se você pernoitar um dia você consegue aproveitar melhor, é por uma questão de logística mesmo – o trajeto de Águas Calientes a Cusco é meio longo, e fazer um bate e volta no mesmo dia não deixa muito tempo para explorar Machu Picchu com calma.
      Eu escrevi este post explicando 3 formas de ir a Machu Picchu: http://www.dondeandoporai.com.br/como-ir-para-machu-picchu-3-opcoes-detalhadas-partindo-de-cusco/
      O que você pode fazer é deixar a mala grande em Cusco e levar uma mochila pequena para Águas Calientes só para pernoitar (foi o que eu fiz). Eu só cancelei uma noite em Cusco e pernoitei em Àguas.

      Veja se este post ajuda. Em tempo: muitos hotéis de Cusco tem parceria com hotéis ou pousadas em Águas, de modo que você pode perguntar se existe alguma parceria desse tipo, coo você ficar em um hotel da rede, algo assim!
      Espero que ajude!

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