Provavelmente quando você for à Islândia um dia, se vai ter um lugar que todo mundo vai te dizer que “tem-que-ir” é o Blue Lagoon.

Não raro, eu tenho uma certa desconfiança de recomendações do tipo “não pode voltar de lá sem ver”; acho que muitas vezes essas atrações são “overrated”, muito cheias ou armadilha de turistas.

Mas no Blue Lagoon, honestamente, eu ponho fé – é dessas atrações que valeu a pena mesmo, e é a chance de você fazer uma das coisas mais tradicionais do país; afinal, os islandeses adoram banhos termais, é super comum lá.

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Mas deixa eu te explicar como foi minha visita lá e o que você pode esperar da sua! 

O que é exatamente o Blue Lagoon

O Blue Lagoon é um spa geotermal – ou seja, é uma enorme lagoa de águas aquecidas naturalmente (o local fica em uma área de intensa atividade termal). A lagoa é totalmente criada pelo homem e nasceu de uma idéia sustentável e boa: originalmente a usina elétrica Svartsengi, que fica ali do lado, usava a atividade geotermal que acontece naquele campo para gerar energia elétrica, e a água super aquecida que resultava do processo ficava alocada ao lado, em uma “piscina” produzida artificialmente. Com o tempo, algumas pessoas começaram a se banhar ali, uma vez que a água era rica em minerais e acreditava-se que o banho operava milagres na pele era muito bom especialmente em pessoas que sofriam de psoríase).

Daí para a construção do spa foi um pulo – e empresas de cosméticos começaram a desenvolver linhas de produtos usando a argila natural do lugar.

Hoje há um complexo enorme de chegada, onde os visitantes são recebidos na recepção, fazem o check-in e pegam as coisas a que tem direito dependendo do pacote que reservaram (falo disso mais adiante) e são direcionadas aos vestiários. A lagoa é grande e a água é toda trocada a cada 48 horas. Há bares, cafés e um restaurante no local fazendo o suporte ao atendimento.

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Eu vou falar de cada um por detalhes logo abaixo!

 

Mas antes de mais nada: quanto custa, o que inclui e o que vale a pena reservar

Primeira coisa: é preciso reservar com antecedência a ida no Blue Lagoon. E já que na prática você teria que pagar primeiro antes de curtir o que vai ter por lá, eu resolvi seguir a mesma ordem por aqui porque achei que ficaria melhor para contextualizar as coisas. 🙂

O Blue Lagoon possui 4 opções de “pacotes”, cada um incluindo mais ou menos itens que ajudam a curtir a visita. Eu fiz um comparativo aqui em baixo do que três dos principais planos incluem (o quarto pacote eu não incluí porque é um pacote “luxury” que basicamente inclui tudo o que está no terceiro pacote, mais lounge exclusivo, um kit de produtos e frescurinhas. Eu achei os três primeiros mais relevantes):

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Belê? Mas juro que posso ouvir sua cabeça disparando algumas perguntas… ????

Mas Clarissa, qual é a diferença entre a máscara de sílica e a máscara de algas?

Momento cosmético: A máscara de sílica é produzida com a própria água do Blue Lagoon e faz uma limpeza profunda na pele, reduz os poros, etc. A de algas, sempre aplicada após a de sílica, faz aquela hidratação maravilhosa na pele, ajuda a disfarçar linhas, enfim… é para aquele “boost” de boniteza radiante no rosto.

Mas se vale pagar o outro pacote só por causa dela? Da máscara sozinha não, mas do pacote todo. Continua lendo que eu explico…

Posso levar minha toalha e meus chinelos ao invés de alugar?

Pode.

Quanto custa cada pacote?

Os preços no momento (outubro/novembro de 2016) são:

  • Standard: 40€ (inverno) / 50€ (verão)
  • Comfort: 55€ (inverno) / 65€ (verão)
  • Premium: 70€ (inverno) / 80€ (verão)

Importante: quem não quiser o pacote completo que inclua roupão, toalha ou chinelos, pode alugá-los à parte: os valores são de 5 a 10 euros.

E o mais importante: qual desses pacotes vale mais a pena?

Vou ser bem sincera aqui (embora, bem, eu sou sincera o tempo todo! ????): eu fui à Islândia a trabalho e a minha ida à Blue Lagoon foi paga pela minha empresa, mas o pacote escolhido foi o Premium, e fazendo bem as contas eu acho que ele mesmo é o que compensa mais.

Primeiro, pela questão prática: considere que você estará visitando o Blue Lagoon junto com outros passeios, ou ainda no caminho de ida ou de volta ao aeroporto (que é o que muita gente faz). Se você fosse só com o pacote standard, você teria que levar toalha, roupão, chinelo, a coisa toda – um volume meio trambolhento para levar de cima a baixo, e mais trambolhento ainda na volta, com tudo isso molhado. O pacote Comfort já melhora isso com a oferta da toalha, mas vai por mim: sair de uma piscina delicinha e quentinha nos seus 30 e poucos graus para a friaca que costuma estar do lado de fora é difícil (acredite, eu fui no verão e mesmo assim foi meio complicado na hora de sair!). Por uma questão de conforto e conveniência mesmo, alugar roupão, chinelo e toalha lá é bem melhor: você usa na chegada e na saída da piscina, sem se preocupar com levar nada.

Parece que tava quente, né? Mas olha, mesmo com esse sol era um frio danado para entrar. Acredite, o roupão ajuda!!!
Parece que tava quente, né? Mas olha, mesmo com esse sol era um frio danado para entrar. Acredite, o roupão ajuda!!!

Ah, então eu posso reservar só o pacote comfort e alugar roupão e chinelos lá? Pode, mas aí o aluguel de roupão e chinelos à parte somam 15 € à sua conta, e por esse valor é melhor reservar logo o pacote premium e ter tudo isso incluído, e ganhar ainda um espumante no restaurante (e o LAVA, que é o restaurante de lá, foi bem interessante – falo dele mais abaixo!).

 

Importante: Reserve com antecedência o dia e hora da visita

No Blue Lagoon não dá para chegar na hora e entrar – eles trabalham com reservas de horários que tem que ser feitos através da internet, neste site. Se você vai no verão, faça a reserva da sua visita com BASTANTE ANTECEDÊNCIA porque os horários costumam lotar rápido – Motivo: a Islândia está cada vez mais popular no mundo, mas a oferta de serviços e capacidade dos mesmos não crescem junto com a demanda, de modo que tudo fica mesmo concorrido (eu já tinha explicado que acontece a mesma coisa com hotéis e aluguéis de carro em Reykjavik).

 

Veja também: Um guia para resolver sua viagem para a Islândia em 15 perguntas!

 

Chegando no Blue Lagoon

O Blue Lagoon fica a 20 minutos do aeroporto de Keflavík e uuns 50 minutos de Reykjavik. Por esse motivo, muita gente deixa para ir no Blue Lagoon um pouco antes de pegar o voo de volta, que é para viajar relaxadinho! ????

Observação: se alguém for no verão, eu daria a dica para ir na parte da tarde, como um bate volta de Reykjavik ou atrelado com algum passeio, e explico mais adiante o porquê. Mas caso você tenha gostado da idéia de combinar a Blue Lagoon com a volta ao aeroporto, tem ônibus fazendo esse trajeto (O Blue Lagoon tem serviço de armazenamento de bagagens por 4€). Ou, ainda, você pode alugar um carro para curtir o país (decididamente a melhor forma de explorar a Islândia) e deixar a mala no carro enquanto está na piscina relaxando, antes de ir devolver o carro no aeroporto. Faça uma cotação do valor do aluguel do carro partindo do principal aeroporto da Islândia).

Mas voltemos ao Blue Lagoon. A chegada – que tem que ser sempre próxima ao horário reservado – é a única parte que pode ser chatinha: como costuma ser uma atração bem popular, é comum que a Blue Lagoon esteja com bastante gente na entrada, e a gente demore um pouquinho na fila para fazer a recepção de todo mundo.

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É nesta recepção que você é atendido conforme a sua reserva e faz a retirada dos itens que estavam incluídos no pacote: toalha, roupão, etc.

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Detalhe: neste momento você recebe um bracelete eletrônico, que precisa usar a todo momento – é com ele que você vai trancar a porta do seu armário no vestiário com as suas coisas e “pendurar” as bebidas que consumir nos bares aquáticos, para pagar na saída.

Dali, seguimos para o vestiário, onde estão os armários para colocar as coisas (eles não são muuuuito grandes, então lembra quando eu falei de ficar andando para lá e cá com uma mochila trambolhenta? Pois é) e se trocar antes de ir para a água. A coisa é bem organizada – você coloca seus pertences num armário, e o mesmo é “travado” ao encostar com a sua pulseira nele no sensor. Para abrir, basta fazer o mesmo processo. Facílimo.

Importante: tire todas as jóias, relógios ou qualquer coisa metálica, que podem ser afetados pelos minerais da água.

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Dali, seguimos para as duchas. É importante observar que em todas as piscinas termais da Islândia é preciso tomar uma ducha antes – e essa ducha é nua mesmo, sem o biquíni. Isso preserva as características minerais da água, e todas as cabines de chuveiro do vestiário estão equipadas com shampoo/shower gel e condicionador (guarde essa informação, ela será fundamental mais tarde!).

Banho tomado, biquíni vestido, enrolada no roupão… agora sim, Blue Lagoon! ????

A água… ????

Boas notícias: mesmo que esteja o frio que for ao ar livre, entrar na Blue Lagoon já é uma experiência fantástica e extremamente relaxante!

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A cor da água, na verdade, é meio leitosa, por causa da composição dela (que basicamente envolve sílica, algas e minerais), mas fica com essa cor azulada por causa da incidência da luz. Como no dia que eu fui estava bem sol – estava lindo, lindo, lindo!!!!

Logo ao chegar na Blue Lagoon, há uma estrutura de ganchos onde podemos deixar pendurado nosso roupão, chinelo e toalha, e correr para a água quentinha. A temperatura da água é entre 35º a 39º graus, e a sensação de relaxamento é absurda! Há até momentos em que você está mesmo se sentindo com calor – quando isso acontecer, basta ficar de pé na piscina, que não é funda, para pegar um “fresquinho” do clima! Ou, ainda, sair dela – há passarelas de um lado para o outro.

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Eu já ouvi gente reclamando que a lagoa é muito cheia. Honestamente? Eu fui lá num dia de verão, altíssima temporada e sim, a piscina estava bem cheia e o nosso horário de chegada estava esgotado (é preciso reservar horários com antecedência, pois há um limite de pessoas por dias e hora), mas “hey” – a Blue Lagoon é realmente ENORME, de modo que não foi absolutamente nada difícil encontrar um canto para ficar confortável, à vontade.

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Ah, e tem os bares molhados. Lembra que os pacotes Comfort e Premium incluíam um drink? Pois é, você pode escolhê-los à vontade dos bares da piscina: tem espumante, cerveja, sucos, várias coisas. Todas as bebidas são servidas em copos de plástico por motivos de segurança, e você registra os pedidos em sua pulseira: a primeira bebida está no seu “crédito” e as outras serão cobradas ao final do passeio.

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Eu admito que ter o bar faz uma diferença enorme: como a água é super relaxante, você vai ficando, vai ficando… e qualquer coisa, tá ali um bar para pegar uma água se a sede bater, ou simplesmente pegar um espumante, tirar uma selfie e brindar a vida, porque né? Merecemos! ????

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Os tratamentos para a pele

Mas como eu já tinha falado ao explicar os pacotes, há dois tipos de máscaras no Blue Lagoon: a de sílica (liberada para todos) e a de algas (para Premium e Comfort).

Todas as máscaras podem ser retiradas num dos quiosques aquáticos do outro lado da lagoa, oposto ao bar. A de sílica, que é liberada para todos, parece mesmo uma argila, e que deve ser aplicada primeiro no rosto, porque faz uma limpeza profunda e tal.

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Eles recomendam ficar com ela no rosto por 10 minutos. Ela é meio pastosa e, à medida em que vai secando no rosto, vai ficando meio dura.  ????

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Duas coisas, porém, que eu fiz errado e aviso logo para vocês:

Primeiro, não deixem a máscara de sílica encostar no cabelo, senão fica uma verdadeira palha nos próximos dias. O mesmo vale para o cabelo e a água: prenda com um elástico, porque ele resseca horrores – como vocês podem ver, eu não segui essa regra e aprendi da pior forma depois!

Segundo: na hora de retirar a máscara, não mergulhem o rosto na água – aliás, não mergulhem o rosto na água de forma alguma, porque é meio incômodo para os olhos. Tentem tirar a máscara com as mãos e com a água mas sem deixar que ela escorra nos olhos. Digo isso porque não é nada perigoso, mas é bastante incômodo: parece que temos areia nos olhos!

Ah, como a máscara de sílica é liberada, todo mundo coloca ela à vontade pelo corpo, rosto, tudo – o resultado é que há momentos em que o quiosque é meio “disputado” – mas de forma nenhuma isso chega a ser uma confusão, é até divertido! 🙂

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Já a de algas fica em um recipiente à parte, e é mais semelhante a um gel. A vantagem é que, se o seu pacote for o Standard, que não dá direito a ela, mas ao chegar na hora você mudou de idéia e quer experimentar, pode pagar à parte – são €3 euros, somados à sua conta final através da sua pulseira.

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Ela é muito mais agradável para se passar, e é extremamente hidratante. Senti uma diferença enorme na minha pele (infelizmente, porém o estrago no cabelo já tinha sido feito: foi piaçava “mode on” nos outros dias). ????

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E há também os tratamentos: é possível reservar massagens e aplicações cosméticas, feitas por esteticistas em algumas áreas da lagoa – a pessoa fica deitada num colchão flutuante enquanto eles fazem a massagem. Se só a água é super relaxante, imagine a massagem!

 

A saída

Na saída é o mesmo processo: todo mundo se enrola correndo no seu roupão e vai para o vestiário tomar banho – todas as duchas contam com shampoo e condicionar, e este último é indispensável para ajudar a amaciar o cabelo (no meu não adiantou muito – levou uns três dias e muito creme de cabelo para ele voltar ao normal. Leve elástico de cabelo!!!!) Não repare neste momento, mas é bem comum na Islândia que os vestiários não sejam individuais, de modo que é “todo mundo nu” no vestiário feminino sim. Há algumas cabines mais reservadas, mas poucas – em geral os islandeses não são nada desinibidos para tomar banho coletivamente.

Observação: acho que vale a pena registrar um detalhe de que eu tinha levado uma câmera de fotográfica a prova d’água (a dita cuja com a qual tirei essas fotos do post) e esqueci no chuveiro. A equipe interna guardou para mim e me entregou perfeitamente quando eu voltei desesperada atrás dela!!!

O Restaurante Lava

Após o vestiário, você devolve todas as toalhas e roupões, faz o pagamento dos extras que consumiu no bar e, uma vez sequinho e quentinho, vai para  o restaurante Lava (especialmente se você contratou o pacote Premium).

Mas se não contratou e quiser comer lá do mesmo jeito, fique à vontade. O restaurante é ótimo e tem uma vista bem legal para a Blue Lagoon.

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Como a maioria da gastronomia islandesa, o cardápio é bem forte em peixes, frutos do mar e cordeiro. Como regra geral, eu comi muito (e muito bem) na Islândia, e o Lava foi um dos pontos altos. O restaurante tem aquela pegada contemporânea. As entradas são em torno de ISK 2900 e pratos em torno de ISK 6000 (dica: deixe espaço para a sobremesa, o Skyr!).

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Dica: no verão, vá ao Blue Lagoon no fim do dia

Acho que essa dica tem mais a ver com a minha necessidade de compartilhar o final do meu dia por lá – mas a verdade é que nosa visita no Blue Lagoon foi ao final do dia e acho que calhou de ser uma ótima opção.

É o seguinte: se você tiver indo para o Blue Lagoon antes de chegar pegar seu voo de volta, tudo bem – você viaja de boa, super relaxado. Porém, se você deixar para ir num bate e volta de Reykjavik, sem pressa, você pode curtir mais as instalações como o restaurante ou a lagoa. Eu particularmente achei bem legal ter ido um pouco antes da tarde, onde pudemos pegar um pouco do melhor dos dois mundos: sol e anoitecer. O visual do Blue Lagoon à noite com as luzes ligadas é bem interessante! ????

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E, talvez, o “plus” maior: eu tive a sorte enorme de ter ido num dia claro, quase sem nuvens, ensolaradíssimo. As nuvens só apareceriam no fim do dia, dando de presente um pôr do sol absolutamente incandescente e lindo.

As fotos não fazem justiça ao lugar, infelizmente. O contraste de água azul e céu rosa, laranja e amarelho é daquelas imagens que você leva para a vida…

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E aí pense: você volta para o seu hotel em Reykjavik com calma, depois de ter feito uma ótima janta, de banho tomado, mais relaxado impossível no corpo e nos olhos. Diga aí se não é um passeio que vale a pena?

Informações técnicas: 

Alguns detalhes sobre a entrada de crianças e adolescentes:

Crianças com menos de 2 anos: não são permitidas

Crianças entre 2 e 13 anos: Não pagam nada no plano mais barato se estiverem acompanhadas dos seus responsáveis. Tem várias áreas mais rasinhas para elas ficarem (embora a piscina como um todo não tenha partes fundas).

Adolescentes (entre 14 e 15 anos): Precisam estar acompanhados de um adulto responsável. Há um limite de duas crianças ou dois adolescentes sob tutela de um adulto.

Uma dica para quem vai com crianças: tenha cuidado para a criança não mergulhar ou colocar a água da piscina nos olhos. Não arde, não causa problema, mas por causa dos minerais a sensação é bem incômoda. 🙁

Horário de funcionamento: de 9 às 20 no inverno e de 8 às 22 no verão. Veja todos os horários aqui.

Reservas: é preciso sempre reservar com antecedência – você pode fazer isso direto do site deles aqui. Há também uma série de empresas e agências e comercializam o pacote e já vendem a entrada, mas confira o que elas incluem: na maioria das vezes, o pacote vendido só dá direito ao transporte, à entrada e à máscara de sílica (você teria que levar sua própria toalha, roupão, etc).

Transporte: O próprio Blue Lagoon oferece transporte de ônibus, que saem de hora em hora de Reykjavik e do aeroporto de Keflavik. A contratação pode ser feita direta nos site do Blue Lagoon – você escolhe o local de embarque e desembarque no ato da reserva.

O que levar: Se você contratar o plano Premium, basta levar um biquíni e se trocar lá – talvez uma necessaire com cremes de cabelo, embora o deles ajudem ajudem bastante. Ah, se você tiver cabelo comprido, não esqueça de levar prendedor!!

 

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